Essa ajuda foi enviada pela nossa amiga Gabe com ajuda da Débora e minha participaçaõ especial... hahaha...
Questionário do professor (siga a numeração):
1. Podemos incluir como Design industrial Objetos híbridos?
2. Podemos incluir como Design industrial tecidos estampados?
3. Podemos incluir como Design industrial embalagem?
4. Podemos incluir como Design industrial arquitetura pré-moderna?
Partes do texto que explicam as perguntas a cima :
1. questão:
"... O conceito de ‘standard’ (ou de ‘norma ou protótipo’) surge, pois, com o advento da maquina como instrumento capaz de multiplicar até ao infinito um modelo determinado. Em virtude deste fenômeno, o objeto produzido industrialmente deve ser concebido como acabado no próprio acto de sua produção, não devendo submeter0se a ulteriores manipulações que melhorem ou modifiquem o seu aspecto. É evidente que ainda existem no comércio certos objetos híbridos que quase toda a gente inclui na categoria de design industrial, mesmo quando a sua produção é de tipo misto.
Entre eles, recordemos muitos móveis modernos só em parte produzidos de acordo com um rigoroso princípio de seriação e em cujo acabamento intervêm o polimento, o envernizamento e outros processos realizados à mão. De imediato, esses móveis só com certas reservas poderão ser incluídos na nossa exposição, além de que a sua existência é actualmente precária e está provavelmente destinada a acabar, na medida em que for aumentando o volume da produção industrial ..."
2. questão:
"... outra caregoria de produtos que, na nossa opnião, não cabe no sector do design industrial é a dos tecidos estampados à maquina, ou seja, a dos tecidos cuja decoração é feita, por processos inteiramente industriais e sem que o artista intervenha numa ulterior fase de manufactura.
A razão por que consideramos que esses produtos devem ser excluídos é muito simples: neste caso trata-se, não já de formas tridimensionis criadas industrialmente com base num projecto prévio da sua estrutura, mas meramente de motivos decorativos impressos sobre uma superfície bidimensional (tal como se faz nas gravuras ou em qualquer repordução mecânica de motivos figurativos, de uma pintura, de um desenho, de uma gravação em relevo, etc.), pelo que o valor desses produtos não poderá em absoluto ser considerado quer sob um ponto de vista utilitário quer estético, como pertencete ao campo de design industrial propriamente dito ..."
3. questão:
"... Totalmente diferente é o cado da [b]embalagem[/b](pachaging). Este sector – ainda que de caráter misto, uma vez que se liga ao das artes gráficas e ao de publicidade – também entra, por oputro lado, no âmbito do design industrial propriamente dito. Com efeito, a embalagem de um produto pode por vezes constituir um dos mais interessantes exemplos de pesquisa de uma forma tridimensional capaz de contar convenientemente um determinado objeto, dando-lhe um invólucro ao mesmo tempo funcionalk e estético. E, frequentemente, tem também de resolver outro dos factores decisivos da venda: o da auto-publicidade do produto, consequência do seu aspecto externo ..."
4. questão:
“... Por conseguinte, limitar-me-ei neste estudo a examinar as obras que podem ser incluídas com propriedade dentro dos limites do design industrial.
Cabe advertir, todavia, que na realidade existem muitas e relevantes analogias entre o tipo de projeto do objeto industrial e o de alguns elementos da arquitetura moderna (curtain-walls, encaixes e juntas, remates e outros elementos pré-fabricados, etc.) e até de certas grandes instalações industriais que apresentam elementos formais que neste aspecto se encontram entre o design e a arquitetura e que, para falar a verdade, podem ser incluídos pura e simplesmente no nosso setor (por exemplo, turbinas, altos-fornos, silos, tanques, serpentinas, destiladoras, torres para cabos de alta tensão, etc.).
Estes elementos são efetivamente obras que fazem parte do design, mas que, uma vez englobadas num organismo arquitetônico, vem a constituir por si mesmas verdadeiras arquiteturas. Ninguém poderá negar que a visão de uma série de enormes depósitos alternados com as bem conhecidas formas de serpentinas de destilação de uma grande refinaria moderna constitui um espetáculo arquitetônico, ainda que cada um dos seus elementos, separadamente, possa ser considerado como obra de design.
O mesmo se poderá dizer acerca das estruturas de fachadas contínuas montadas sobre um moderno arranha-céu e que, se como elementos individuais correspondem plenamente ao tipo de projeto e de execução do objeto industrial, não obstante, uma vez montadas no edifício, se tornam parte integrante dele. Em definitivo, poderemos, pois estabelecer uma clara distinção entre ambos os setores, considerando que o fato arquitetônico depende não só do projeto de cada elemento constitutivo, como também da intervenção de outros elementos – topográfico, planimétrico, ambiental – que se furtam totalmente ao campo do design ...”
Não se esqueçam !
É para escrever o que o autor pensa de cada uma dessas perguntas.
Estão separadas acima as partes do texto que o autor se refere a cada das perguntas.
O trabalho tem que ser digitado e no maximo em trios
Ajuda em História
segunda-feira, março 10
- Toma!
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1 comentários:
ehe (:
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